Fotos: Arquivo Kaiser Agro

Visando o melhor aproveitamento de espaços ociosos nas propriedades rurais, que geralmente atuam com monoculturas ou pecuária, as florestas produtivas são uma tendência que vem cada dia mais, ganhando espaço no mercado e, principalmente no campo. Duas opções bem vistas pelo mercado interno e externo são as madeiras de mogno africano e cedro australiano, que possuem boa receptividade na produção moveleira de alto padrão e no ramo da construção civil, como, por exemplo, na produção e confecção de caixilharia, portas, janelas entre outros itens, além das exportações, especialmente para os Estados Unidos e a Europa.

De olho neste mercado em ascensão, a Kaiser Agro, de São José do Rio Preto, vem desenvolvendo projetos de florestas produtivas juntos aos produtores, procurando maximizar o lucro em áreas que não tinham produtividade alguma. “Qualquer propriedade, independente da atividade exercida, sempre possui área ociosa que pode ser plantada floresta produtiva com madeira nobre”, comenta Fabio Tônus, engenheiro e gestor da Kaiser Agro.

Fabio Tônus, engenheiro e gestor da Kaiser Agro
Além da alta rentabilidade, que promete retorno de até 18 vezes do valor investido, claro que, em longo prazo como o cedro australiano, por exemplo, que leva de 12 a 15 anos para estar pronto para o corte e consumo, e o mogno africano requer ainda mais tempo, de 15 a 18 anos.
Se comparado ao cultivo de eucalipto, por exemplo, a madeira nobre se mostra extremamente competitiva e vantajosa. Hoje, o metro cúbico do eucalipto é comercializado por aproximadamente R$ 35,00, enquanto que o cedro australiano é vendido, em média, por R$ 600,00 e o mogno africano por até R$ 800,00, ou seja, um aumento de retorno de mais de 2.200%. Ressaltando que este valor é alcançado no menor prazo produtivo, caso o produtor possa esperar mais alguns anos, o diâmetro da madeira pode aumentar de forma expressiva que, por consequência, aumenta o retorno financeiro.

As madeiras nobres exigem pouca manutenção, tendo de dar maior atenção nos dois primeiros anos, considerada época infantil das mudas, que requer cuidado contínuo como a nutrição do solo visando sanar as deficiências, caso seja necessário, aguar as mudas, manter limpo o plantio, entre outras questões. “Oferecemos serviço agregado, que se inicia desde a fabricação da muda até a venda, permitindo a execução de projetos junto aos produtores, incluindo os cuidados iniciais com as mudas, a fim de desenhar o melhor investimento e retorno” explica Tônus.
Após o cultivo, podem-se replantar automaticamente novas mudas nos espaços que ficaram entre as árvores cultivadas, pois existe um espaçamento no plantio do mogno e do cedro, que viabiliza o replantio no mesmo local.

Diferenças entre o mogno africano e o cedro australiano
O cultivo acontece no Mato Grosso do Sul, onde as mudas são desenvolvidas em viveiros e estufas, com controle fitossanitário e adubação, para posteriormente serem comercializadas e implantadas nos clientes.
No caso do mogno africano, conhecido como ouro verde, as sementes selecionadas e certificadas. Já no caso do cedro australiano, as mudas são clonadas o que permite um plantio de forma uniforme.
Por possuírem perfis distintos, ambas as mudas não podem ser plantadas em qualquer região do Brasil. O mogno, por exemplo, possui baixa resistência à geada, então, não pode ser plantado em estados como Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, ao contrário do cedro que possui melhor resistência ao frio, podendo ser plantado em regiões com baixa temperatura. Já nos estados conhecidos pelo ramo pecuário como, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins, podem ser plantadas as duas opções de madeiras nobres sem qualquer tipo de problema.

Saiba mais: 17 3014.6083 / 99667.2825 | www.kaiseragro.com.br